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À CONVERSA... SOBRE VIOLÊNCIA

Conversa 02-22


No dia 22 de fevereiro 2019 o "À Conversa com..." terá como convidados Carlos Farinha e Lopes Martins que apresentarão o tema Violência: Vítimas e Vitimização; O Pensamento como Forma de Modelar a Perceção do Mundo.
Os dois convidados, com extensa experiência de investigação e de segurança, trazem-nos um interessante e atual tema para conversar em Mação, esta sexta-feira, às 21h00, no Auditório do CC Elvino Pereira.

Os oradores:
Carlos Alberto Lopes Farinha, nascido em Tomar, a 10 de Dezembro de 1958, é Diretor Nacional Adjunto da Policia Judiciária, desde 27 de Julho de 2018. Doutorando em Ciências Criminais, na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
Ingressou na Polícia Judiciária em 1981 como Perito de Criminalística, Agente em 1989, Coordenador de Investigação Criminal em 1995 e a Coordenador Superior em 2008, tendo chefiado os Departamentos do Funchal, de Leiria e a Diretoria de Lisboa.
Foi Diretor do Laboratório de Polícia Científica da Polícia Judiciária de Abril de 2009 a 26 de Julho de 2018.
Representa Portugal junto do ENFSI, (Rede Europeia de Instituições de Ciências Forenses) da AICEF (Academia Ibero-americana de Criminalística e Estudos forenses), do Comité Interpol das Ciências Forenses e do Comité Interpol DVI, da Rede Iberpol e da Estrutura Europeia de Identificação Humana em cenários de exceção.
Colaborou como formador com diversas entidades, tendo publicado estudos e artigos científicos.
Associado Honorário da APCF e ponto de Contacto Nacional para a criação da Área Europeia de Ciências Forenses 2020.
Manuel Lopes Martins é natural de Ortiga – Mação, onde nasceu a 4 de Setembro de 1955. Ingressou na PSP, em Setembro de 1977. Em julho de 2008, é colocado no Comando Metropolitano de Lisboa, como Comandante de Divisão Metropolitana (2ª Divisão – COMETLIS), tendo também em período diverso acumulado as funções de Comandante da Divisão dos Serviços Aeroportuários (DSA – Aeroporto).
Em 2014 é eleito e toma posse em 2015 como Presidente da Direção Nacional, da Associação Nacional dos Aposentados da Polícia (ANAP),com sede em Coimbra e Delegações pelos Distritos do País, funções que à data se mantêm.
Exerceu funções docentes, como professor convidado, na Universidade Lusófona, Instituto Superior de Ciências da Administração (ISCAD), em Lisboa, nos anos de 2015 e 2016.
É licenciado em história, pela Universidade Aberta de Lisboa; tem uma Pós-Graduação em Ciências Policiais – Gestão da Segurança, no Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna – (ISCPSI-PSP), Lisboa (Portugal): Estratégias e Táticas de Prevenção; Gestão Pública de Segurança; Gestão do Risco; Políticas Públicas de Segurança; Sinistralidade Rodoviária; Teoria de Investigação Criminal e Teoria e Prática Policial.
É Mestre em Gestão de Segurança – Ciências Policiais, pelo Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna (ISCPSI-PSP).

FLORESTAS PARA O FUTURO

cartaz expo macao

Terá lugar, no próximo dia 22 de fevereiro de 2019, pelas 16h30, a inauguração da Exposição “Florestas para o Futuro”, na Galeria do Centro Cultural Elvino Pereira.
A Exposição, resultante de um projeto de cooperação intermunicipal promovido pelos técnicos das Bibliotecas Municipais será inaugurada, neste dia, nos 13 Concelhos que fazem parte da CIMT - Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo e pretende alertar e sensibilizar exatamente para o futuro da Floresta.
A par da Exposição, que ficará patente até 30 de março, terão lugar outras ações sobre incêndios florestais, alterações climáticas e sustentabilidade.
Os Bombeiros Voluntários de Mação são parceiros desta Exposição.
A exposição pode ser visitada, na Galeria do Centro Cultural Elvino Pereira, de 22 de fevereiro a 30 de março de 2019, nos dias úteis entre as 9h00 e as 17h30 e, ao sábado, das 14h00 às 17h30.

 

Porque se uma comunidade é um conjunto de iguais na diferença, não o seremos se não formos solidários”.
Nesta exposição pretende-se dar voz às preocupações quotidianas das comunidades”, “sistematizar e disponibilizar toda a informação publicada na imprensa sobre a problemática dos incêndios” e “contribuir para o intercâmbio dessa informação e para a construção de conhecimento sobre o assunto”. É ainda objetivo “fomentar uma reflexão abrangente sobre o tema dos incêndios florestais, contribuindo para a formação da consciência crítica dos cidadãos e das comunidades”, “sensibilizar as populações para a necessidade de assumirem a prevenção como tarefa de todos” e “contribuir para a persecução dos «Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável» da ONU”.
A realização desta exposição nas bibliotecas segue um propósito definido, pois como refere a organização “uma biblioteca é um espelho da sociedade e simultaneamente o seu repositório de memória e, nesse sentido, o testemunho das suas ações e o reflexo da sua consciência. Tem o dever de informar, de educar ao longo da vida, de formar a consciência crítica dos cidadãos, através da informação que, nos termos do Manifesto da UNESCO para as Bibliotecas Públicas, «lhes permita exercer os seus direitos democráticos e ter um papel ativo na sociedade»”.
A realização desta exposição está integrada na “Ação de Divulgação e Comunicação – Médio Tejo – Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas - Florestas para o Futuro” que prevê o apoio do POSEUR.
A abertura desta exposição em simultâneo nas bibliotecas dos treze municípios que constituem a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo “amplia em muito os possíveis impactos junto das populações e dos média e volta a chamar a atenção para o problema, numa altura em que seria suposto ser um assunto fora da agenda. Constitui também um exemplo de cooperação intermunicipal e de solidariedade na diferença, pois embora com territórios desigualmente suscetíveis aos incêndios florestais, todos pertencem a uma mesma comunidade”.